Título: Aperto vai demorar um ano e meio, diz João Paulo Data Publicação: 12/02/2003 Fonte: Clipping Ministério do Planejamento
Presidente da Câmara adverte, porém, que duração do remédio amargo é "imprevisível" com guerra A duração do "remédio amargo" receitado pelo governo para atingir o superávit primário de 4,25% do Produto Interno Bruto (PIB) vai depender da situação internacional. O diagnóstico é do presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), que já se prepara para pedir paciência aos deputados. "Se não houver guerra dos Estados Unidos contra o Iraque, o aperto dura um ano e meio, no mínimo", afirma. E se o bombardeio começar? "Aí é imprevisível". João Paulo saiu em defesa da receita palaciana para as turbulências no horizonte de 2003, traduzida no anunciado corte de R$ 14 bilhões no Orçamento. Disse, porém, que 2004 poderá "começar mais tranqüilo" se o governo conseguir linhas de crédito para aquecer a economia. "Isso pode efetivamente ajudar no crescimento", argumenta. Para o deputado, esta é uma...